quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Leve-me

Não penso, padeço pedaço...
Em pedaços sou por mim
Mutilado com furor.
Cada parte apartada,
Muita dor.

Não posso ser escravo
De meu lado criado,
De lado a lado,
Paredes e obstáculos.
Todos presos, 
Por um sistema excomungado.

Manipulados por nossos defeitos,
Em serie, uma codificação
Que supera a poucos...
Talvez, muitos, isso é pouco!

Desejar possuir vasto conhecimento,
Criações vão se erguendo,
Em união, daquilo que... Nunca houve?

Todos procuram, todos escolhem,
Todos decidem e nada é igual.
A desigualdade é guardada
Da boca pra fora se fala,
Fala muito e não diz nada...



Não procures deixar-se intimidar, ao intimo
Que lhes aventura, em eloqüência turva.
Tente me conduzir em seus braços,
Estarei de corpo e alma,
Entregando-me a ti.

Leve-me daqui meu amor
Leve-me daqui meu amor

Precisamos fugir,
Para longe de mim!
Venha, não soltes minhas mãos.
Sei que são muitas forças por aqui,
Mas você não pode desistir.

Leve-me daqui meu amor
Leve-me daqui meu amor   







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