quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Noite Moleste


A noite rugia como um leão, porém,
Não atacava e nem medo trazia.
Era longa e me apertava dor e náuseas.
Consumia-me aos poucos,
A cada minuto que custeava a passar.
Os grandes motores a todo momento
Me enfurecia, a cada parada da repetida
Leitura que não entendia uma linha.
Por vezes e vezes jogava pra fora gritos,
Palavras de um inferno que não sei se acredito.
Ouvia um mesmo cantor que a muito considero,
Mas que já passava a me incomodar e ainda assim
Junto cantava alto algumas canções.
Procurava comprimir a revolta do stress causado.
Nada me acalmava, nem a pílula, o leite
Ou qualquer outro acaso.
As idéias fatigas em agonia já não fluíam...
Findar de uma noite moleste.

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