sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Deus? Diabo?



Se Deus e Diabo existem,

Porque eles não se resolvem sozinhos?


E deixam-me em paz!


Estou farto de fazer o papel de soldado


Sem lado, papel de palhaço...


Marionete desses dois desgraçados.




quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Sábia Verdade

Vida variável
Penetra na carne o dente afiado
Extrai da matéria tempo
Para seu próprio sofrimento.

Da virtude o que invade envenena
Apercebido de que se torna arrogante
Sem saber o rei deu mel em demasia
Suas partes estão separadas.

Cabeças embrulhadas em papeis
Sobre a mesa vestígios perdidos
De um tempo onde um ciclo girava
Não é lembrado o caminho.

Cada laço desatado
Uma mente sem mentiras criada
Alcançando inocência
E boas palavras sobre ti.

Porque, falar ao redor, as crianças
Falam!
São varias linhas essa onda que invade
Sua mente, sabe, mas não sabe dizer.
O que é isso?

Estamos pedindo socorro
Essas ondas de informações estão sobrecarregando,
O sistema todo está te matando!

Lembranças...

"Neste lidar com seres e absolutos"
Busco, não encontro...
Será que neste lidar incompreensível in-completo
estaria, pois?
Encontro apenas
nos tortuosos (e confusos) vãos da
minha consciência desconcertante...
Subitamente...
Calmamente...
Alívio que se finda...
Dores que se intensificam.


"Anônimo"
Se quiseres apago.


Não pergunte-me, não disse nada!

As vezes não conseguimos entender,
Porque não conseguem nós entender.

O que será que tem de errado que todos saem de sua volta,
Serás ele feio, se veste desigual, é anti social, caracter imparcial...
Oque será?

Está na cara dele e ele não pode ao menos avistar,
Se sente indiferente onde cresce ao meio de tantos,
Pobre e feio,
Desigual a sociedade que também não compreende,
Mas não desiste do que convêm, ajuda ao próximo
Consumir no proposito de saciar um momento

Saciado
Saciado

Não entendem a feiura de um inocente
Sejas persistente olha à frente, escuita as vozes inconscientes
Escreves como queiras, mas mostre essa mascara
Não é dinheiro que queremos
Nem queremos matar ninguém
Queremos distribuir a paz

Está tudo bem rapaz?
Sim!
Me entende?

Ao final de um capitulo ninguém é capaz de compreender,
Quem vai dizer que você pensou...

Chega!
Você só tem mau halito garoto.
O que você comeu?

Xiiii
Tanto e tanto
Vai arremedando

Olha o odor do enxofre a volta,
Elimine os odores que não acomodam
Incomodam como seu discurso sem curso
Atravessados por nós que queremos sem bem

Bem longe desse

Trama, Drama e Alguns Sujeitos

Ficar em silêncio...

Tenho medo de estar morrendo,
Quem sabe já não estou vivendo...

A vida parece mais o mar apressando-me
A pular na pista das arvores coloridas,
O lirismo de poucos realistas realiza...

Quem vê nas feridas os infindos
Gritos nos ouvidos que compartilhados
Se fez os prantos por não entender
Tamanho encanto toda nossa trama.

A vida carrega toda terra abrindo-se
Em fendas escaldante a água quente
Pulando os mármores lançados a distâncias
Pequenas estancias em se consumir.

Pouco tempo tudo há de se extinguir,
Até tentarás prevenir,
Mas o mal vos sondas com todo entusiasmo

Por sua vida toda deverás sentir-se perseguida?

Por suas próprias contradições, que não a-firmão,
Não designa nenhuma astrologia na geografia,
Tão pequena é a verdade que poucos ficariam.

Escaldante água viva da vida que por enquanto tens,
Não sabes do menos tardio do que pensas lhe afrentar,
Não cogitamos hipóteses... 
Mostramos apoteoses.