Aos poucos vou corrigindo...
Infelizmente os erros me passam desapercebidos.
Peço desculpas a quem perde tempo lendo esse blog.
sábado, 14 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Por Vezes Lhe Vejo...
Por vezes lhe vejo e sinto desejo,
Mas tamanho é a espera que penso:
E agora? O que penso?
Sinto-me suspenso como a pluma
Que segues com o vento,
Massageando-se nas brisas
Estranhas entranhas dos desertos,
Lagartos alados, você pode voar!
Quer então voar comigo moça?
Voar para o paraíso
Que nem sem se existo
E a seu lado prover.
Amenizar ao menos, se não curar a dor.
Sem medir esforços
Lutar contra meu próprio veneno,
Quem sabe destruir a dor que sinto
De quem estás sofrendo?
Não és um mago quem andou vos dizendo,
Fora o bobo da corte, palhaço sem noite,
Sem dia, sorrindo o sorriso da dor e do...
A dor não fora o que lhes restou,
Mas lhes trouxe a marco do que ficou,
História do que deixou,
Sem ao menos ter certeza daquilo que
Provavelmente és o veneno ou o curador?
Quem lhe falou foi o amor?
Ah não, fora o doutor!
Pois quem é o doutor,
Diz-me da onde é que sou,
Construído do que for, o que me sobrou?
Quero sobras do amor?
Não, quero todo amor!
Com todo pudor,
Ofegante seguir enfrente,
Trazendo o melhor para os que me for.
Cada qual sabes o caminho a seguir,
E mesmo que rodeiem tantos preceitos,
Ironias as falhas e acertos em todos
Sabem de existir, ser egoísta, ser hedonista
Ou hilário depende da visão do cenário.
Esperávamos ter uma conversa seria,
Afinal, aquilo, alguns preferiram não se referir.
Tantos aspectos da vida você verás de largo a grande intensidade dramática que lhe força a aceitar as palavras em sorte bem encaixadas e levando a nada. Engana-se! Isso ainda trará...
Quem saberás o que você pensa, quem saberás o que pensamos? Em que tudo aceitamos, que apenas convém nossos quereres?
Parei de perguntar naquele instante. Então, veio-me uma vontade de tentar responder, sem demoras, sem demagogias, hipocrisia ou o que queiras de chamar, meu querido, minha querida...
Não falas com quem conheces por admirar o admirável admirado, todos ao máximo amáveis, unidos e universos estranhamente reunidos.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Desistir pra que, se ainda Amo você?
Quem ama não esquece, não permite que algo, por pior que seja, destrua o que veio para ser eterno.
As chamas de uma bela paixão não se apagam, os testes da vida são lançados, alguns vencemos, outros perdemos, mas a verdadeira essência nunca morre.
A vida nos deseja, desejando nossa própria morte e por sorte quase nós vence quando nos decepcionamos com nossos erros, mas a força de um verdadeiro amor é a resposta para continuar a viver.
As chamas de uma bela paixão não se apagam, os testes da vida são lançados, alguns vencemos, outros perdemos, mas a verdadeira essência nunca morre.
A vida nos deseja, desejando nossa própria morte e por sorte quase nós vence quando nos decepcionamos com nossos erros, mas a força de um verdadeiro amor é a resposta para continuar a viver.
Estado Febril
Meu estado depressivo é tão elevado
Que pequena palavra tem poder suficiente
Para queda de lagrimas
Não é agradável
Não é de todo ruim
Aprendemos assim
Meu coração que era feito pedra
Hoje é como manteiga
Derrete-se a mesa
Lembranças
Decepções
Erros
Morte
Vida
Morte
--------------------------------------------------------------------------------
Já Não sei distinguir
Quem quer meu bem
Quem quer meu fim
Não sei ver a maldade em todos
Mas nos que vejo
Sinto nojo
Não tenho maldade
Contra ninguém
Mas iro-me
Contra quem tem
A mim
A outro
Aos meus
Que pequena palavra tem poder suficiente
Para queda de lagrimas
Não é agradável
Não é de todo ruim
Aprendemos assim
Meu coração que era feito pedra
Hoje é como manteiga
Derrete-se a mesa
Lembranças
Decepções
Erros
Morte
Vida
Morte
--------------------------------------------------------------------------------
Já Não sei distinguir
Quem quer meu bem
Quem quer meu fim
Não sei ver a maldade em todos
Mas nos que vejo
Sinto nojo
Não tenho maldade
Contra ninguém
Mas iro-me
Contra quem tem
A mim
A outro
Aos meus
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Leve-me
Não penso, padeço pedaço...
Em pedaços sou por mim
Mutilado com furor.
Cada parte apartada,
Muita dor.
Não posso ser escravo
De meu lado criado,
De lado a lado,
Paredes e obstáculos.
Todos presos,
Por um sistema excomungado.
Manipulados por nossos defeitos,
Em serie, uma codificação
Que supera a poucos...
Talvez, muitos, isso é pouco!
Desejar possuir vasto conhecimento,
Criações vão se erguendo,
Em união, daquilo que... Nunca houve?
Todos procuram, todos escolhem,
Todos decidem e nada é igual.
A desigualdade é guardada
Da boca pra fora se fala,
Fala muito e não diz nada...
Não procures deixar-se intimidar, ao intimo
Que lhes aventura, em eloqüência turva.
Tente me conduzir em seus braços,
Estarei de corpo e alma,
Entregando-me a ti.
Leve-me daqui meu amor
Leve-me daqui meu amor
Precisamos fugir,
Para longe de mim!
Venha, não soltes minhas mãos.
Sei que são muitas forças por aqui,
Mas você não pode desistir.
Leve-me daqui meu amor
Leve-me daqui meu amor
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