"Se você acha que ama duas pessoas ao mesmo tempo, escolha a segunda. Porque se você realmente amasse a primeira, não teria uma segunda opção."
Johnny Depp
domingo, 13 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Declaração e Confissão
Declaro, sem ao certo estar claro,
Que quando escrevo não permito-me
Ler o que já fora por mim rabiscado.
Isso é, não me permitia.
Resolvi passar a vista nos riscos,
E pra meu desespero, percebo tantos erros.
Não sei encarar o que escrevo,
Por tantas vezes, sinto medo.
Não gosto de ler o que risquei,
Passo a pensar nos milhares de entendimentos,
Traços horríveis se compreenderem errado.
Não consigo conter-me ao ler os transcendentais,
Nem acredito que poder tem a mente,
Para figurar surtos em obscuridade.
O que a mente cria e o homem não separa,
Não se da conta de expressões erradas...
Não sei afirmar como cheguei a certas palavras,
Mas sei que o sentido é de paz.
Prefiro encarar como um filme de terror,
Um exorcismo de minh'alma.
Sei que o corpo padece,
A alma estás amargurada.
O inicio da vida é tratado
Como cego e quando abre os olhos,
É tratado como nada.
O fim é sempre certo
Pra quem não quer nada.
E quem dirá que o fim
Não é o recomeço da caminhada.
Andando sempre em círculos,
Sem pensar em nada, ninguém fica.
Vamos juntos encarar nossas batalhas.
Sem medo, com força de vontade
E em paz!
Decisões Incertas
Já decidimos não se importar com outras palavras,
Já decidimos negar batalha, o erro é inevitável.
A parada no tempo e a cara no chão, por vezes,
São necessárias medidas drásticas restabelecer.
A inda e vinda dos sujeitos nas vilas sinistras,
Ao acaso, não são qualquer viajem.
Invasão dos conceitos resguardados,
Explode na frente dos alvejados.
O entender de sinas em sinais
Vai além da metáfora.
Interpreta formas e formas,
Com sua certeza incerta.
Abraços de todos em todos,
Não mata casa.
Acende luzes para indescritíveis,
Verdades.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Face Escondida
Compulsivo excessivo ao extremo
Força raça percepção
Em tempo acorda pra ver a própria vida
Que pé que está já não sabia mais o que existia
Vida sempre mal resolvida
Quando não tardas
Chega repentina de serpentina
Clarear fácil
Na face sempre suave escondia
Cetim era palavra bonita a chamar
Atenção quem queria
Que de tanto querer
Dava o que quer a outro ser
Por dadiva divina
Ninguém é tão nobre assim
Dar de presente por entender
Que tudo é livre
Nada é melhor
Tudo aflige
Se engoliu e enojou na obsessão exclusiva
Já não sentia parte do que cabia
Transbordou nas águas límpidas
Quanta virada da vida que testa todos
Contando todos exemplos que existia
Cheque-mate ao gaiteiro que nem sabia
Não se entregou, mas entregaria
Se não falha
Enreda libra
Força raça percepção
Em tempo acorda pra ver a própria vida
Que pé que está já não sabia mais o que existia
Vida sempre mal resolvida
Quando não tardas
Chega repentina de serpentina
Clarear fácil
Na face sempre suave escondia
Cetim era palavra bonita a chamar
Atenção quem queria
Que de tanto querer
Dava o que quer a outro ser
Por dadiva divina
Ninguém é tão nobre assim
Dar de presente por entender
Que tudo é livre
Nada é melhor
Tudo aflige
Se engoliu e enojou na obsessão exclusiva
Já não sentia parte do que cabia
Transbordou nas águas límpidas
Quanta virada da vida que testa todos
Contando todos exemplos que existia
Cheque-mate ao gaiteiro que nem sabia
Não se entregou, mas entregaria
Se não falha
Enreda libra
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
"Jim escolheu intensidade à longevidade, o dever ser, como disse Nietzsche, "aquele que não nega", que não diz não, que se atreve a criar a si mesmo."
http://jimmorrisonpoeta.blogspot.com/2011/02/jim-morrison-como-reencarnacao-de_13.html
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