quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Decisões Incertas



Já decidimos não se importar com outras palavras,

Já decidimos negar batalha, o erro é inevitável.

A parada no tempo e a cara no chão, por vezes,

São necessárias medidas drásticas restabelecer.




A inda e vinda dos sujeitos nas vilas sinistras,

Ao acaso, não são qualquer viajem.

Invasão dos conceitos resguardados,

Explode na frente dos alvejados.




O entender de sinas em sinais

Vai além da metáfora.

Interpreta formas e formas,

Com sua certeza incerta.




Abraços de todos em todos,

Não mata casa.

Acende luzes para indescritíveis,

Verdades.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Face Escondida

Compulsivo excessivo ao extremo
Força raça percepção
Em tempo acorda pra ver a própria vida
Que pé que está já não sabia mais o que existia


Vida sempre mal resolvida
Quando não tardas
Chega repentina de serpentina


Clarear fácil
Na face sempre suave escondia
Cetim era palavra bonita a chamar


Atenção quem queria
Que de tanto querer
Dava o que quer a outro ser
Por dadiva divina


Ninguém é tão nobre assim
Dar de presente por entender
Que tudo é livre
Nada é melhor
Tudo aflige


Se engoliu e enojou na obsessão exclusiva
Já não sentia parte do que cabia
Transbordou nas águas límpidas


Quanta virada da vida que testa todos
Contando todos exemplos que existia
Cheque-mate ao gaiteiro que nem sabia 


Não se entregou, mas entregaria
Se não falha
Enreda libra

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

"Jim escolheu intensidade à longevidade, o dever ser, como disse Nietzsche, "aquele que não nega", que não diz não, que se atreve a criar a si mesmo."

http://jimmorrisonpoeta.blogspot.com/2011/02/jim-morrison-como-reencarnacao-de_13.html 

Excitante Desejo

Ao amor que flui
Voou com o vento
Que o amor
Não se foi

Amor em vendaval
Tempestade magistral
Entre figuras vira-se
Lados A e B qual é você?

Qual lado do amor se esconder
Amor, paixão, loucura, duvida e medo
Quais nossos mais intensos desejos?
Despejo

Quero beijos que nunca tive
Não importa se os mesmo
Mas quero com desejo
Lamber ao bico dos seios

Dedos que excitam o molhar
Veraneio
Devaneios
Intrínseco ao fundo peito

Quero abraço
Quero braços
Quero beijos
Quero Dedos

Minhas mãos cobertas
Meus shorts aberto
Meu corpo sedento
Explosão sem conter

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

E o Vaso?

Em desespero
Perco sono
Perco fome
Perco-me

Cada segundo de leitura
São dias de agonia
Anos de uma vida
Onde concentração esvaísse

Somente sua face marcada
Em minha memoria
Tenho vista, sem vê-la
Orvalho escorria

Aflito ao sonho que partira
Meu coração exprimido
Solto no peito vigia
Noite e dia lua cheia

Vazia

Cada dia sem você

Não é dia!
Não é noite!
Não é sol
Não é lua!

Tudo a minha
Frente padecia
Flor sem sede
Murcha na mira

Seu vaso está cheio
Completo
Transbordo

Vazio