Aprendendo a organizar as ideias,
Estragando as obras de arte
Que ao menos por um foras
Considerado.
Desmancha segredos
Iluminados.
Derruba as vestes da
Indolência amada.
Requisita fé na insanidade
Braços e mãos ao lado.
Despeja a tinta das vozes
Que falam, falam sem calma.
Engana-se abstendo-se da realidade,
Emplaca matéria a pouca palavra.
De um grão átomo, cria mundo
Com sua criatividade de aço.
Menino pequeno escava seu mapa,
Em contra partida aventuras
Intermináveis.
Se cansa da rotina que o atrasa.
domingo, 11 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
Maurício
Maurício
Já não sei dizer
Se ainda sei sentir
O meu coração
O meu coração
Já não me pertence
Já não quer mais
Já não quer mais
Me obedecer
Parece agora estar
Parece agora estar
Tão cansado quanto eu
Até pensei que era mais
Por não saber
Que ainda sou capaz
Que ainda sou capaz
De acreditar
Me sinto tão só
E dizem que a solidão
Me sinto tão só
E dizem que a solidão
Até que me cai bem
Às vezes faço planos
Às vezes quero ir
Pra algum país distante
Voltar a ser feliz
Já não sei dizer
O que aconteceu
Se tudo que sonhei
Se tudo que sonhei
Foi mesmo um
sonho meu
Se meu desejo então
sonho meu
Se meu desejo então
Já se realizou
O que fazer depois
Pra onde é que eu vou?
O que fazer depois
Pra onde é que eu vou?
Eu vi você voltar pra mim
Eu vi você voltar pra mim
Eu vi você voltar pra mim...
Eu vi você voltar pra mim
Eu vi você voltar pra mim...
Renato Russo
Saudade
Meu bem vem logo pra mim,
Vê se não demora
A sua ausência me devora.
Fico impaciente, sou carente.
Quero o beijo da Deusa!
Quero o olhar da Deusa!
Quero a Deusa pra mim!
Se me pedes algo,
Logo recebe um sim.
Se lhe peço, você demora
Em minutos não se lembra
O que sentiu.
Esqueceu da paixão,
Esqueceu do fogo
Que ardia dentro
De nós.
Hoje Só resta lembrança
Daquilo que um dia "foi"
Alguma recíproca.
Perdi minha linha,
A direcção que não tinha.
Pedia ajuda, não respondia
Os braços de outra não traz
Alegria.
Vê se não demora
A sua ausência me devora.
Fico impaciente, sou carente.
Quero o beijo da Deusa!
Quero o olhar da Deusa!
Quero a Deusa pra mim!
Se me pedes algo,
Logo recebe um sim.
Se lhe peço, você demora
Em minutos não se lembra
O que sentiu.
Esqueceu da paixão,
Esqueceu do fogo
Que ardia dentro
De nós.
Hoje Só resta lembrança
Daquilo que um dia "foi"
Alguma recíproca.
Perdi minha linha,
A direcção que não tinha.
Pedia ajuda, não respondia
Os braços de outra não traz
Alegria.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Isadora
Desde o nascimento vem a sonhar
Em seus passos a gatinhar
Derruba tudo por onde passa.
Pequeno furacão, essa é Isadora
Tão pouco conhece,
Em percepção reconhece,
Todos vem o quanto ela cresce.
Toda bela a cada ato
Desperta sorriso no coração
Dos ingratos.
Renova a vida dos cansados
Traz alegria, ela é entusiasmo!
De noite ou dia com sua chegada
Arrasa.
Pequena menina, essa é
Isadora
Ela é uma boneca
É a mais bela criança
Que nos abraça.
Isa... Isa...
Isadora
Em seus passos a gatinhar
Derruba tudo por onde passa.
Pequeno furacão, essa é Isadora
Tão pouco conhece,
Em percepção reconhece,
Todos vem o quanto ela cresce.
Toda bela a cada ato
Desperta sorriso no coração
Dos ingratos.
Renova a vida dos cansados
Traz alegria, ela é entusiasmo!
De noite ou dia com sua chegada
Arrasa.
Pequena menina, essa é
Isadora
Ela é uma boneca
É a mais bela criança
Que nos abraça.
Isa... Isa...
Isadora
Sociopata
Retrato um personagem,
Inicia no espelho.
Imagens a cabeça, possibilidade
Mergulha sobre a arte.
Aparas os pelos faciais,
Se limpa no banho,
Desenhas estereótipos
Com maquiagem e mascaras.
Cria, usa, abusa se diverte
E na verdade não fez nada.
Ouviu a todos até por baixo
Da porta iria passar.
Selou um pacto,
Que o nada é nome fraco.
Não se intitula nada.
Dores, vísceras malignas da alma.
Inicia no espelho.
Imagens a cabeça, possibilidade
Mergulha sobre a arte.
Aparas os pelos faciais,
Se limpa no banho,
Desenhas estereótipos
Com maquiagem e mascaras.
Cria, usa, abusa se diverte
E na verdade não fez nada.
Ouviu a todos até por baixo
Da porta iria passar.
Selou um pacto,
Que o nada é nome fraco.
Não se intitula nada.
Dores, vísceras malignas da alma.
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