sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Isadora

Desde o nascimento vem a sonhar
Em seus passos a gatinhar
Derruba tudo por onde passa.

Pequeno furacão, essa é Isadora

Tão pouco conhece,
Em percepção reconhece,
Todos vem o quanto ela cresce.

Toda bela a cada ato
Desperta sorriso no coração
Dos ingratos.

Renova a vida dos cansados
Traz alegria, ela é entusiasmo!

De noite ou dia com sua chegada
Arrasa.
Pequena menina, essa é
Isadora

Ela é uma boneca
É a mais bela criança
Que nos abraça.

Isa... Isa...
Isadora

Sociopata

Retrato um personagem,
Inicia no espelho.
Imagens a cabeça, possibilidade
Mergulha sobre a arte.

Aparas os pelos faciais,
Se limpa no banho,
Desenhas estereótipos
Com maquiagem e mascaras.

Cria, usa, abusa se diverte
E na verdade não fez nada.

Ouviu a todos até por baixo
Da porta iria passar.

Selou um pacto,
Que o nada é nome fraco.
Não se intitula nada.

Dores, vísceras malignas da alma.

Estórias de um sagitariano

Esculpido e moldado por Artêmis
Audacioso e explosivo.
A intensidade é marcante,

Não nega desafios.

Aspecto sereno e remansado,
Porém, agitado, sem limites...

É necessário ir além.

Provido de dons, é sedutor e malicioso.

Os sentimentos não ficam ocultos,
Grande a exigência em controlar
Impulsividade
Antes que essa fira aos aliados.

Conspiração

O universo conspirando contra o mundo.
Mundo conspirando contra universo.
Universo e mundo conspirando
Contra favor da humanidade.

Humanidade que conspira
E aspira tragando
O veneno da sua liberdade.

Morde mentira, engole mediocridade.
Pobres de fé em sua coragem,
Pula no abismo da vaidade.

Rende-se ao incrível membro
Da sociedade abstrata.

Digere tudo, então filtra
O que é de sua vontade.
Viva em pró apenas de suas vontades!
Alguém na cama, sem pernas,
Aguenta a espera do renascer.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Segredos

Quando alguém porém oferecer
Morrendo possa crescer
Nos devaneios se vê
Terrível destruição que o cala
Interminável poderá ser
Nada se tarda
Deslize se a perder
Não pode querer