sexta-feira, 19 de agosto de 2011


Toda essência orvalhada em pureza sem distinção e mesmos anseios.
Impetuosa a Concupiscência exposta na cara,
Afectando e testando sua força.
Testes que sanam duvidas de si mesmo e entregam santidade.
Exploração do ser que nada sabe sem saber,
Procura alívio pra ferida d’ alma
É com sentimento!
Não razão!

Aproximasse da essência que envolve ofegante em prazer.
Declinasse sobre a pele sedosa e suave
De um balsamo confortável.
Que abala!
Alegra casa, alegra família rabiscando paredes,
Que vê em caras a existência que
Ambos duvidam...
Amor.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Palavras pesam

Pesa as palavras dos fiéis amigos
Medo de que estejam certos sobre tudo...
Sobre eu...
Sobre tu...
Sobre ele...
Sobre nós...
Sobre vós...
Sobre eles...
Não quero acreditar...
O tempo passa o silêncio nos diz
O que por vezes não queremos ouvir.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Perdido dentro de mim

Sento-me nos cantos das paredes 
Para esperar que tudo passe.
Escondo-me dentro de mim 


Procurando saber se fora um erro, 
Surto, momento, desentendimento,
Entendimento, ilusão, fato, desprendimento,
Fortalecimento... Paixão... Amor...


Onde nem todos podem ser contemplados 
Com a sinceridade...
Por não sabermos ser sinceros o suficiente.


Meus caminhos encheram-me de marcas 
E levam-me por esses até onde não posso
Enxergar... 


Cega-me de uma ou outra maneira, 
Já não sei por onde caminhar.


Nunca tem um alivio, paz que preciso.
Meu coração sempre está partido.
    

domingo, 14 de agosto de 2011

Insanidade? Perguntas apenas perguntas...

Será isso Deus ou o diabo?


Quem são esses personagens que vós criaste 
Com liberdade de imaginação e pequenas doses
Euforia, histerismo e controle sobre o que não se controla.
Sendo apenas controlado, sem saber que nada tem controle
E que nada controla a si mesmo, controlando ao seu ser.


Ilusões, percepções, imaginações e tudo se acham no nada.
Nada. Achando apenas o que deve ser quem não acha,
Porque quem acha não tem certeza daquilo que é.


Agora água bate nas horas que se demonstram vencer.
Tudo tem, tudo vai...
Não tem sentido, a bússola aponta para aquele lugar...


Que lugar está?
Você viu?
Onde está?
Que é tudo isso aqui?


Não tenho vontade a morte, pois, não me convêm.
De repente brincar por aqui possa ser ousadia...
Você já se perde sem saber quem fala.


Então porque ainda se contenta?
Contenta-se?
Devora-me,
Perca!


O que não é um jogo,
Nem uma guerra,
Batalha...
Ou qualquer coisa do gênero...


Saiu em espírito procurando saber o que sou,
Por isso haverá de calar, para que não padeça
Em insanidade, já padecendo...


Não declarada confissão, mas descrita por vil. 
 

Nada além de duvidas

"Que destino tem para seguir?
Quem seguir? Seguir o que? 
O que somos para seguir? 
Vivo ou vivem de mim que não sou eu? 
Vivendo apenas por viver, 
Por corromper a qualquer santificada
Presença que não entenda. 
Se mostra na existência em que se oculta, 
Se nega a falar, falando em silêncio. 
Esse distribui... 
Se vós disser será orgulho... 
Então deixamos em oculto para 
Não ferir a alma. 
Pois a minha já carrega varias feridas."