Momento em que sente na mente vazia
Exprime o mau que não se acumula
Aumenta sem ter lugar a perpetuar
Prazeres da injusta falha que seu
Desejo invalido de fim nunca assumirá
Primogênito da mentira oferta que consumida
Está desde de hora que seu jarro fora derramado
A troca do que não sabe feita está
Levante sua face e não olhe para trás
Cálice da bebida seus lábios estão a tocar
Gosto de fel sente para tarde que enfim chega
Desfrutar daquilo que não podes negar
Viva a sagrada instituição que finaliza
Transformação que necessária se faz
Sem pontos você cala e me deixa falar
Ao que meu altar tomo posso em dia passar
Aqui registrando por suas condições que
Em domínio major sempre ficará
E do seu meu ser estará
Agarrado pelas entranhas
Deixe-me de suas provisões cuidar
Nada que se pensa não poder
A partir desse tempo entregue a ti está
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Sem poder reavaliar... Nada pode ser reescrito, apenas continuar...
Duvidas do rito que diz já ter iniciado.
Segue carregando sobre ombros
Mentiras que deixam estar em lugar qualquer.
Embaraçando o que haverá de ser concretizado,
Sem saber qual forma terá.
Única certeza que resta, morte no rito lutar.
Entregue está oferenda ao mestre,
De nada mais precisa se não em paciência
Espera maldita aguardar pelo que sará alma.
Planos dele não sabe nunca antes de revelado estar.
Ponto em ponto, uma linha direta cria na angustia
Da percebida imaginação que vai onde quer.
Sabe chegar onde não foi, onde está?
No momento em que o para, não há como parar!
A fome que cerca é do fim único que seu pacto
Hoje tem em olhos paralisados a visão mostrar.
Diga-se sem saber a própria decisão levará
Onde seu qualquer saber de nada vale.
Escolhas feitas ao ceder a desgraça que carrega.
Nada diz sem que ele o quer falar pela carne possuída,
Manipulada pela consequente realização já apurada.
Agora apenas pede que se cala e em improbo ficará.
Cala-te!
Segue carregando sobre ombros
Mentiras que deixam estar em lugar qualquer.
Embaraçando o que haverá de ser concretizado,
Sem saber qual forma terá.
Única certeza que resta, morte no rito lutar.
Entregue está oferenda ao mestre,
De nada mais precisa se não em paciência
Espera maldita aguardar pelo que sará alma.
Planos dele não sabe nunca antes de revelado estar.
Ponto em ponto, uma linha direta cria na angustia
Da percebida imaginação que vai onde quer.
Sabe chegar onde não foi, onde está?
No momento em que o para, não há como parar!
A fome que cerca é do fim único que seu pacto
Hoje tem em olhos paralisados a visão mostrar.
Diga-se sem saber a própria decisão levará
Onde seu qualquer saber de nada vale.
Escolhas feitas ao ceder a desgraça que carrega.
Nada diz sem que ele o quer falar pela carne possuída,
Manipulada pela consequente realização já apurada.
Agora apenas pede que se cala e em improbo ficará.
Cala-te!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Espero o tempo passar,
Vejo se diluir em minhas mãos.
Persisto no que acredito
Lutando por tudo que preciso.
Nunca estive tão certo disso,
Quanto o estou nesse momento.
Não tenho intenção de destruir
Seu mundo, mas quero você
Fazendo parte do meu.
E eu serei seu solido alicerce,
Não a deixarei jamais ao chão.
Pois você é o pilar das minhas
Grandes construções.
Edificar o templo juntos iremos
Se você em mim confiar e
Render-se em meu olhar.
Vejo se diluir em minhas mãos.
Persisto no que acredito
Lutando por tudo que preciso.
Nunca estive tão certo disso,
Quanto o estou nesse momento.
Não tenho intenção de destruir
Seu mundo, mas quero você
Fazendo parte do meu.
E eu serei seu solido alicerce,
Não a deixarei jamais ao chão.
Pois você é o pilar das minhas
Grandes construções.
Edificar o templo juntos iremos
Se você em mim confiar e
Render-se em meu olhar.
Cerimônia
Espírito corrupto esquece-se de quem é.
Solto ao caos da enfática monotonia
Acompanhando esse ser.
Sujeitado ao guia da ilusão ordinária,
Massacrado eternamente sem defesa.
Preso a uma sensação obscura de ódio e prazer.
Saboreia em negação, acusando
Existência rara de aberração.
Lindos lábios que pronunciam a
Descoberta da nobreza em demônio.
Transformando sua realidade,
Completando com sua sabedoria.
Afeição pela maldade que dentro está.
Em união a de se libertar da aflição,
Grande sacrifício necessário
Sem pressa espera.
Desenvolve suas habilidades em aguardo
Para que dia adiante aplique com provento.
Longa jornada já se passou até encontrar.
Estrela ébria, que o faz, sóbrio e sombrio.
Solto ao caos da enfática monotonia
Acompanhando esse ser.
Sujeitado ao guia da ilusão ordinária,
Massacrado eternamente sem defesa.
Preso a uma sensação obscura de ódio e prazer.
Saboreia em negação, acusando
Existência rara de aberração.
Lindos lábios que pronunciam a
Descoberta da nobreza em demônio.
Transformando sua realidade,
Completando com sua sabedoria.
Afeição pela maldade que dentro está.
Em união a de se libertar da aflição,
Grande sacrifício necessário
Sem pressa espera.
Desenvolve suas habilidades em aguardo
Para que dia adiante aplique com provento.
Longa jornada já se passou até encontrar.
Estrela ébria, que o faz, sóbrio e sombrio.
Curva de linha que tamanha beleza,
Profundas cicatrizes oculta de si
Aquilo que a alma chora.Devora própria carne de desejos.
Em altar coberto de fogo logo estará,
Vestida reluzente de negro.
A cerimônia vai começar!
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