domingo, 25 de agosto de 2013

Tempestade

Estas palavras se fizeram presentes ao vento
Mas lançadas como chamas busquei-a, quem me ama?

Te vi sorrir, lhe vi ouvir, lhe fiz chorar e cortei-me as mãos

Quando no inicio finalmente era sempre eu fraco jogado no fundo do teu palco
Esperando tua voz sussurrar com tu lábios ao meu pescoço devolvendo minha paz

Quando há duvida 

o amor se alimenta 
e dos mais estranhos desfechos 
para se fazer a fé viva

Não se tendes certezas, 

mas quantos copos d'água 
tua casa necessitas para saciar-se?

A minha voz perante o dr, parece até o ladrão gritando por seu povo 

Que o rei deixou de olhar... Ainda assim, vou amar-te ó corrupção!... 

Comovente o mundo e tiro no escuro nos faz chorar

Como se às palavras pudessem criar face 
E de qualquer animal desgarrado jogar-se à, piada.

Quem vai nos limitar das vistas

Sobre as falsas risadas e tapas nas costas
O que vai ser de nossos lares e nossas crianças
O que viras virás e veras?

Não lhes de ouvidos, este não sabes o que diz.

  

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