sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Sociopata

Retrato um personagem,
Inicia no espelho.
Imagens a cabeça, possibilidade
Mergulha sobre a arte.

Aparas os pelos faciais,
Se limpa no banho,
Desenhas estereótipos
Com maquiagem e mascaras.

Cria, usa, abusa se diverte
E na verdade não fez nada.

Ouviu a todos até por baixo
Da porta iria passar.

Selou um pacto,
Que o nada é nome fraco.
Não se intitula nada.

Dores, vísceras malignas da alma.

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