terça-feira, 26 de julho de 2011

Lua (2)

A lua encontrasse bela
Como todo sempre,
Mas hoje algo nela atrai-me
Docemente com seu sorriso.
Sorriso que me aguarda.
Eu a ela quero estar petrificado
Sedento veementemente em prazer.

(Mais um trago de preto gelado
E volta)...

Ela pensa em esconder-se,
Mas pouco foge aos olhos.
Voltando a cada instante,
Para os braços errantes.

Levasse tempo para conquistar
Sua confiança com todo merecer.
Se faz pensando em conjunto
Razão/emoção seguirá com dedicação.
Infinita são lições da vida,
Essa permite a todos vencer.

Lutas e lutas infindáveis contra
Próprios demónios, se é que os tem.
Embriagues ou sobriedade
Já não esconde fatos.
Encará-los de frente é fardo,
Mas não pesado e necessário.

O permitido estas em mãos
Liberta da cruel enganação.
Enganação do que vaga,
Enganando a si, como fosse
Normal situação ocorrida.

Sentidos apostos ao
Que acontece por acontecer.
Já tantas vezes repetidas,
Ouça quantas vezes necessárias.
Tudo acontece por que tem de ser.
23-07-2011

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